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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Relação de Farmácias de Joinville cadastradas no Programa Aqui Tem Farmácia Popular

SAGUAÇU - AVENTUREIRO I - DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A - RUA TUIUTI Nº 2149 47 34676773

AMERICA - DROGARIA E FARMACIA CATARINENSE S/A  - RUA ARACAJU Nº 305 47 34330357

AMERICA  - SESI - SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA -  RUA DR. JOÃO COLIN Nº 1636

IRIRIU  -  SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA -  RUA IRIRIU Nº3605, SALA: TERREO 47

34377519

SAGUACU  -  DROGARIA SAGUACU LTDA   -  IRIRIU, 284   47 34720343

CENTRO  -  BUCAREIN   -  DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A   -  AVENIDA

GETULIO VARGAS, Nº 1343    47 34552910

CENTRO   -  SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA   -   AV. GETÚLIO VARGAS Nº 968 47

34339795

CENTRO  -  CIA LATINO AMERICANA DE MEDICAMENTOS   -  RUA 9 DE MARÇO Nº638  

47 34619940

CENTRO   -  DROGARIA E FARMACIA CATARINENSE S/A   -  RUA BLUMENAU Nº 138 47

34331518

CENTRO   -  EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A   -  RUA DR JOÃO COLLIN 85

32555460

CENTRO   -  SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA   -   RUA DR. JOÃO COLIN Nº222 SALA 01

47 34334099

CENTRO  -  SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA   -  RUA MARIO LOBO Nº 106 SL 98 A 101

CENTRO   -  SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA  -  RUA MINISTRO CALÓGERAS Nº 195 47

34339800

CENTRO   -  DIMED S/A - DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS   -  RUA XV DE

NOVEMBRO, Nº 515 47 34224590

CENTRO   -   DIMED S/A - DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS   -   VISCONDE DE

TAUNAY, 235 47 34222796

AMÉRICA   -  GIASSI FARMACIAS LTDA   -  RUA DR. JOAÕ COLIN, 762 SALA 26

47 34331519

ANITA GARIBALDI   -   DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A   -  AV GETÚLIO

VARGAS 7 34332728

BOA VISTA  -    DROGARIA E FARMACIA CATARINENSE S/A    -   RUA ALBANO SCHMIDT,

Nº 1415   47 34320344

NOVA BRASÍLIA   -   DROGARIA JB LTDA   -   RUA PARANAGUÁ 469    47 34544979

COMASA BOA VISTA   -   SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA    -   RUA ALBANO SCHIMIDT

Nº 2309

COSTA E SILVA  -  SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA   -  RUA RUY BARBOSA Nº1020

DISTRITO INDUSTRIAL   -   SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA RUA DONA FRANCISCA,

Nº 6920 47 34414417

VILA NOVA   -  GLÓRIA DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A    -   RUA BENJAMIN

CONSTANT 47 34273147

VILA NOVA   -   SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA    -  RUA QUINZE DE NOVEMBRO Nº6901

SALA 03 47 34391727

VILA NOVA   -  DROGARIA E FARMACIA CATARINENSE S/A    -   RUA XV DE NOVEMBRO

Nº7068 LOJA 03 47 34390488

PIRABEIRABA -   DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A   -  RUA OLAVO BILAC 47

34240669

PIRABEIRABA  -   SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA RUA OLAVO BILAC, Nº 200, SALA: 03

47 34240075

JARIVATUBA  -  PARANAGUAMIRIM FARMACIA BENCKE LTDA EPP RUA MONSENHOR GERCINO, Nº 6810 SALA 01 47 34367831

FÁTIMA  - PETRÓPOLIS   -  DROGARIA E FARMÁCIA CATARINENSE S/A   -  RUA DOS

AIMORES, Nº 238 47 34545228

sábado, 5 de dezembro de 2009

Saúde corta verba para remédios

Secretários estaduais dizem que haverá redução de 4% no orçamento federal para medicamentos
Fabiane Leite - O Estado de São Paulo
Documento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) alerta que o orçamento federal para a compra de medicamentos em 2010 é menor do que o deste ano. O valor de R$ 3,3 bilhões representa uma redução 4%, ou R$ 140,7 milhões, e deverá afetar até mesmo o abastecimento de medicamentos especiais, como os usados para o combate de doenças como o câncer e a hepatite, por exemplo, diz o órgão. Além disso, não condiz com a promessa de ampliação do uso e do número de medicamentos disponibilizados pela rede pública, anunciada na última quarta-feira pelo governo federal. "Toda a conformação do orçamento está na contramão do discurso do Ministério da Saúde", critica a presidente do conselho, Beatriz Dobashi, secretária da Saúde do Mato Grosso do Sul. "Não há como atualizar protocolos de tratamento e incorporar novas tecnologias. Sem recursos adicionais, haverá um colapso do sistema. "No total, o Conass cobra um acréscimo de R$ 8 bilhões aos R$ 31 bilhões que o governo pretende destinar a medicamentos especiais e básicos, ao financiamento de procedimentos de média e alta complexidade, como cirurgias cardiológicas, e à atenção básica, que engloba o atendimento em postos de saúde.O documento do Conass destaca que os valores ofertados para média e alta complexidade, por exemplo, podem "traz er significativas dificuldades para a oferta e a ampliação de atendimentos". No caso dos medicamentos, segundo os secretários, "o valor é insuficiente para fazer frente ao crescimento da demanda". Segundo o Conass, o valor de R$ 2,4 bilhões para os remédios especiais representa 3,4% de redução em relação ao Orçamento 2009. A cobrança de mais recursos já chegou à Câmara dos Deputados. A Frente Parlamentar de Saúde pressiona por uma negociação com o governo federal para alterar a proposta. "Chega de priorizar cimento", afirmou o presidente da frente, Darcísio Perondi (PMDB-RS) (mais informações nesta página).O Ministério da Saúde informou que ainda está analisando o documento, recém-divulgado pelo Conass. O titular da pasta, José Gomes Temporão (PMDB), que poderá ser candidato a deputado no próximo ano, tem se empenhado na criação de uma Contribuição Social da Saúde (CSS) para substituir a CPMF, proposta dentro do projeto de regulamentação da Emenda Constitucional 29. A mudança é uma antiga reivindicação dos movimentos sociais que defendem a construção do SUS.Procurado, o Ministério do Planejamento, responsável pela proposta final do Orçamento, destacou que o orçamento da Saúde está atrelado à variação do PIB (Produto Interno Bruto, conjunto de bens e serviços produzidos pelo País), afetada neste ano pela crise econômica que estourou em 2008.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Isso é que é um país evoluído onde a farmácia se compara com qualquer mercearia.



Liminar garante a farmácias manterem medicamentos sem prescrição ao alcance do cliente.


Depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter decidido vedar o comércio de produtos diversos em farmácias, as redes farmacêuticas, através da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) conseguiram uma liminar na Justiça Federal devolvendo o direito de não apenas voltar a comercializar produtos como sorvetes, refrigerantes e pilhas, mas também a disponibilizar aos usuários nas gôndolas medicamentos sem a necessidade de prescrição médica.
No mês de agosto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma resolução (RDC 44/09) e duas instruções normativas (9 e 10) que estabeleciam novas regras para o setor. A intenção da agência reguladora é impedir o livre alcance dos usuários aos medicamentos, colocando-os em locais de acesso restrito aos funcionários. Mas a liminar obtida pela Abrafarma suspende parte da RDC 44/09 e as outras duas normas. De acordo com o juiz que deferiu a liminar, Paulo Ricardo de Souza Cruz, da 5ª Vara da Justiça Federal em Brasília, existem amparos legais que permitem a drogarias e farmácias atuarem como drugstores, permitindo o comércio de "diversas mercadorias, com ênfase para aquelas de primeira necessidade, dentre as quais alimentos em geral, produtos de higiene, limpeza e apetrechos domésticos".
Segundo Sergio Mena Barreto, presidente-executivo da Abrafarma, proibir farmácias da venda de produtos que não sejam medicamentos poderia colaborar para a elevação do preço dos próprios medicamentos, pois para ele, são fundamentais no equilíbrio econômico e na oferta de medicamentos com desconto.
- Quanto aos medicamentos sem prescrição, se passarem para local restrito aos funcionários, o consumidor também seria prejudicado. Aconteceria o que acontece hoje com o genérico. A farmácia disponibiliza os que dão melhores retornos financeiros para ela. Os 20 antiácidos atualmente ao alcance do cliente seriam transformados em três, quatro. Além disso, a imposição da necessidade de solicitar o produto aumenta o risco de medicação inadequada, já que o funcionário da drogaria poderia "empurrar" produtos indevidos. Essa medida instucionaliza a "empurroterapia".
A liminar da Justiça Federal concorda com a visão da Abrafarma: "trazer os medicamentos que são isentos de receita médica para trás do balcão trará apenas prejuízos ao consumidor, que não poderá facilmente comparar, por exemplo, se o paracetamol do laboratório X está mais barato que o paracetamol do laboratório Y, ficando nas mãos dos balconistas, que podem ser mais ou menos éticos, não trazendo qualquer benefício à população, pois não é o fato de os medicamentos isentos de receita estarem ao balcão que fará os farmacêuticos passarem a orientar a população", diz a decisão do juiz Souza Cruz.
Apesar da decisão ser em caráter liminar, Barreto diz que está confiante de que a sentença final será favorável ao pedido da Abrafarma. "É uma longa briga, mas é uma vitória inicial."
A Anvisa discorda e alega que com a imposição haveria mais controle na venda do medicamento. A agência afirmou ainda que vai recorrer da decisão.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Indústria da saúde aposta no Brasil



População de baixa renda amplia consumo de medicamentos e faz fábricas, distribuidoras e hospitais contratarem e desengavetarem projetos de expansão
A indústria da saúde aproveita o ano de crise econômica mundial para crescer no Brasil, onde a melhora da renda das classes C e D insere milhões de pessoas no mercado de consumo de medicamentos e de serviços médico-hospitalares. Pesquisa da consultoria Pricewaterhouse Coopers envolvendo 70 executivos da indústria farmacêutica, distribuidoras de medicamentos e hospitais em atividade no país constata que 86% estão investindo neste ano. A grande maioria (83%) afirma que destinará até R$ 15 milhões para desenvolver novos produtos, melhorar ou ampliar instalações e aprimorar as tecnologias usadas.“É surpreendente. Olhando o resultado friamente, parece até exagero”, diz o sócio da Pricewaterhouse Coopers Luís Madasi. Ele lembra que as entrevistas com os executivos foram realizadas entre a segunda quinzena de maio e os primeiros 15 dias de junho. “Naquele momento, o ambiente ainda não estava muito claro, especialmente em relação à cotação do dólar e à inflação”, frisa ele.EmpregoMadasi atribui o otimismo ao potencial de expansão do mercado brasileiro. “Quando se fala na indústria de medicamento, não podemos esquecer que há uma parcela grande da população que ainda não tem acesso, nem mesmo aos genéricos, cujos preços são mais em conta”, avalia. “O que se pode concluir é que essa é uma indústria que espera crescer no curto prazo e enxerga perspectivas de médio e longo prazo com otimismo.” Tanto que 42,9% das empresas consultadas responderam que irão contratar para ampliar o quadro de pessoal.É o caso do Laboratório Teuto Brasileiro. “No fim do ano passado a indústria como um todo fez alguns cortes de empregados. Mas nada que comprometesse o nível de produção. A Teuto não precisou fazer”, conta o presidente da empresa, Marcelo Henriques Leite. “Agora, com o crescimento que estamos registrando em nossas vendas, vamos precisar admitir.” O executivo acrescenta que este aumento nas vendas vem sendo provocado pelo mercado de genéricos, que está se consolidando no Brasil e é o carro-chefe do laboratório.“No exterior, os medicamentos genéricos respondem por cerca de 50% das vendas. Aqui no Brasil esse segmento corresponde por algo entre 15% e 17%”, calcula Leite. “Portanto, ainda há espaço para avançar muito”. E foi apostando nisso que a Teuto programou seus investimentos pelos próximos 10 anos. “Investimos 7% do nosso faturamento líquido no desenvolvimento de novos produtos. Mantivemos os valores sem cortes. Só em máquinas, gastamos de 2% a 3% de nossa receita. Compramos os equipamentos, recebemos e estamos usando”. O presidente conta que a Teuto fez um grande investimento e agora está recuperando a participação de mercado que tinha. “Nosso faturamento está aumentando de 20% a 25% ao ano. E devemos manter este ritmo em 2009.”Lucro maiorOs bons resultados também são apresentados pela Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos, uma das principais distribuidoras da indústria farmacêutica do país. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou lucro líquido de R$ 17,9 milhões, valor 66,2% maior do que em igual período do ano passado. Esse aumento corresponde a 2,8% da receita operacional líquida, maior margem alcançada pela companhia em trimestres semelhantes desde 2006.A receita bruta teve expansão de 15,5% em relação aos primeiros três meses do ano, somando R$ 764,3 milhões. “Vale destacar que essa alta foi homogênea em todo país e se deu principalmente em razão do foco da Profarma dado aos clientes independentes no início do quarto trimestre de 2008”, explica Max Fischer, diretor financeiro e de relações com investidores da Profarma.“No segundo trimestre deste ano, conseguimos obter os resultados positivos que esperávamos quando iniciamos as ações de fortalecimento do caixa da companhia. Esse esforço foi fundamental para enfrentar os períodos mais agudos da crise e consolidar o posicionamento da Profarma como um dos grandes players do setor de distribuição de medicamento no Brasil”, diz Fischer.Esses resultados confirmam as previsões feitas durante as entrevistas da pesquisa da Pricewaterhouse Coopers. “Naquele momento, os executivos tinham uma visão positiva para o curto prazo. Agora, podemos constatar que os resultados estão aparecendo e que o mercado brasileiro tem, de fato, um grande potencial na área de saúde”, conclui o coordenador da pesquisa.

(Fonte: Correio Braziliense - 31/08/2009)